segunda-feira, 23 de dezembro de 2013

Dicas de filmes para grávidas

Olá, galera!


Hoje resolvi trazer algumas dicas de filmes que eu vi e gostei. Bem, filmes sobre gravidez tem aos montes, mas, infelizmente, alguns só servem para difundir mitos sem sentido e fazer rir! Fiz uma lista de alguns filmes que eu gosto e considero ter algumas informações úteis também. Afinal, porque não unir entretenimento e informação, né?



9 Meses: 
Samuel Falkner (Hugh Grant), um terapeuta de crianças, não tem nenhum filho e não faz planos para isto. Assim, fica bastante abalado quando Rebecca Taylor (Julianne Moore), sua namorada há cinco anos, diz que está grávida. Repentinamente Samuel tem pesadelos e fantasias paranóicas de como o matrimônio e a paternidade mudarão sua vida e, para piorar, conhece Martin Dwyer (Tom Arnodl) e Gail Fletcher Dwyer (Joan Cusack), que têm três filhas, sendo que Gail está grávida novamente. Samuel considera o modo de vida deste casal assustador, mesmo quando Martin e Gail dizem que ter um filho é o máximo. Samuel e Rebecca passam a brigar freqüentemente e, quando ele esquece o dia da ultra-sonografia, Rebecca não o perdoa e vai para a casa de Martin e Gail. Sozinho, ele vê a gravação da ultra-sonografia e isto o emociona, assim decide deixar de ser tão egoísta pois está na hora para enfrentar suas responsabilidades. Mas agora surgiu outro problema: Rebecca se recusa a falar com ele. (Extraído do site: Adoro Cinema). 
Como a própria sinopse mostra, o filme é bem previsível. O que eu acho realmente interessante nele é a reflexão: estar ou não estar preparado para ter um filho? Enquanto Samuel não aceita ser pai, Martin parece adorar a ideia. E a família de Martin não é exatamente uma família modelo. Alguma coisa de bom deve ter... Se o seu marido ou você estão inseguros em relação à maternidade/ paternidade vale a pena ver esse filme.


 Olha quem está falando:
Mollie (Kirstie Alley) é um contadora que tem um caso com um Albert (George Segal), um cliente que está comprometido. Quando fica grávida, sente que Albert estará sempre com ela e o bebê, mas quando dá a luz Albert rompe a relação e Mollie tem de criar o bebê sozinha. Mollie também está procurando o pai ideal para seu filho, Mikey, e James Ubriacco (John Travolta), um taxista, que parece ser perfeito (pois estava em cena quando entrou em trabalho de parto) para ela e Mikey, que apesar de ser um bebê é um observador cínico e sarcástico do mundo.


Esse é o clássico dos filmes para grávida. Todo mundo já viu esse filme, bem como as continuações, na sessão da tarde inúmeras vezes! Eu gosto desse filme porque ele mostra como é a fecundação. Bem interessante. E " a voz interior" do bebê é ótima também! Sem contar que praticamente todas as grávidas se identificam com o comportamento de Mollie durante a gestação. É um bom filme para se divertir e aprender alguma coisinha de biologia, né! (Extraído do site Adoro Cinema).

 Plano B: Zoe (Jennifer Lopez) está cansada de aguardar pelo homem certo. Decidida a ser mãe de qualquer maneira, ela elabora um plano, marca uma consulta e resolve fazer inseminação artificial. Neste mesmo dia conhece Stan (Alex O'Loughlin), que surge como uma possibilidade real de relacionamento. Só que Zoe quer manter o relacionamento no nível da amizade, ao mesmo tempo em que precisa esconder os primeiros sinais da gravidez. Quando enfim revela a verdade, Stan lhe diz que está disposto a encarar a situação. 
 Esse filme é muito divertido!  Recomendo esse filme por causa do grupo de apoio a grávidas que Zoe frequenta. No meio do filme, ela é chamada para participar de um parto domiciliar. Serve para você sentir na pele, antes de sentir mesmo, o que é parir! 


 O que esperar quando você está esperando: Holly (Jennifer Lopez) é uma fotógrafa casada com Alex (Rodrigo Santoro) e quer muito adotar uma criança. Ele concorda com a ideia, mas a proximidade de receber o bebê faz com que tenha dúvidas se está preparado para a tarefa de ser pai. Wendy (Elizabeth Banks) sempre sonhou com o brilho da gestação e, após dois anos de tentativas, enfim está grávida. Entretanto, ela e o marido Gary (Ben Falcone) precisam lidar com a rivalidade do pai dele, Ramsey (Dennis Quaid), que está esperando gêmeos com a jovem Skyler (Brooklyn Decker). Jules (Cameron Diaz) apresenta um reality show onde os participantes precisam emagrecer e acaba de ganhar a Dança das Celebridades ao lado do parceiro Evan (Matthew Morrison). Eles mantêm um caso há poucos meses e, sem esperar, ela engravida. Há ainda Rosie (Anna Kendrick), uma jovem vendedora de sanduíches que tem relações sexuais com Marco (Chace Crawford), que trabalha como vendedor em outro trailer. Ela engravida, o que faz com que os dois se aproximem cada vez mais.


Deixei o melhor por último! Para mim, esse é o  melhor filme de grávidas de todos os tempos. Simplesmente, porque o foco dele é justamente na gravidez. Pelo sinopse, dá para perceber que eles focam em 5 maneiras diferentes de ser mãe/pai. Vai desde a adoção, passa pela mulher que sempre sonhou em engravidar, a que teve uma gravidez não planejada, a mulher bonita com a gravidez ideal até a gravidez que não acontece por causa de um aborto espontâneo (spoiler).  Além de mostrar a visão de cada mulher, os sintomas e as expectativas, mostra também o lado do pai. Há no filme um grupo de  pais que saem todos os sábados com seus filhos para passearem. É uma maneira que eles encontraram de ajudar as esposas a terem um tempo só para elas e, simultaneamente, terem um tempo só para eles. É um filme muito engraçado e algumas vezes comovente (isso só se aplica a grávidas choronas como eu). Aprendi muito com o filme. Não em termos de saúde, mas em termos emocionais. Como lidar com algumas situações na gravidez.  O mais impressionante é que meu marido amou esse filme. E ele é do tipo super chato para filmes, comédias românticas então... passam longe do gosto dele. Vi com ele vários filmes e ele não gostou de nenhum, apenas esse. Esse com certeza é o campeão! Assistam!
Espero que tenham gostado das dicas! Beijos!

















quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Cursos para gestantes

Olá, pessoas!

Nesse primeiro trimestre de gravidez, fiz dois cursos para gestantes. Ambos gratuitos e que me ajudaram muito. No segundo curso, um dos médicos palestrantes falou sobre o famoso conselho da "vizinha". Quando estamos nessa fase, simplesmente todas as pessoas acham que sabem sobre gravidez e tem algum conselho para nos dar. E, nós, na maioria das vezes, ingenuamente, acreditamos. Mas, a vizinha tem faculdade em medicina? É parteira? É doula? Não, ela apenas ouviu falar na televisão ou então aconteceu com a amiga dela,etc. Mas ela repassa a informação como se fosse uma verdade absoluta. Então, fiquei pensando: será que as grávidas procuram fazer cursos para gestantes afim de obter informações seguras sobre a gravidez ou confiam apenas na "vizinha"?
Buscando uma resposta para minha pergunta, resolvi fazer uma breve enquete no meu perfil pessoal do facebook.  Perguntei as minhas amigas grávidas e as que tiveram filhos recentemente se elas haviam feito algum curso para gestantes. E sabe qual foi a resposta da maioria? Não. Isso mesmo: Não. Somente um casal havia feito curso e apenas um durante toda a gestação. Pelo visto vivemos na era da informação, mas ninguém está muito interessado em obtê-la. 

Depois dessa enquete, fiquei pensando qual seria o tipo de pessoa que faz esses cursos. Observando as  pessoas que fizeram os cursos comigo, pesquisando na net e colocando o tico e o teco para funcionar, cheguei a uma conclusão simples e óbvia: quem vai a esse tipo de curso são pessoas que tem curso superior. Não estou sendo preconceituosa. A verdade é que existe um perfil de pessoa que busca por informação. Não estou falando necessariamente de ricos e pobres e sim de interesse por informações seguras. É mais comum uma pessoa "estudada" querer se informar do que uma pessoa que não tem estudo.
O problema está justamente na falta de informação. Pessoas com menos informação tendem a ter mais filhos e mais problemas durante a gravidez e o parto. E isso é muito triste!

Essa conclusão não me deixou feliz. Fiquei pensando o quanto faz falta na vida de muita gente ter acesso às informações que eu tive nos dois cursos que eu fiz. Faz muita falta mesmo! Com base nisso, passei a refletir sobre os partos de pessoas próximas a mim. Várias mulheres tiveram parto cesárea ou então foram maltratadas durante o parto normal. Dificilmente, se ouve coisas boas dos relatos de parto. As mulheres sofrem muito. Por outro lado, nas minhas pesquisas sobre parto humanizado na internet, as mulheres tinham partos tão tranquilos... Alguma coisa não se encaixava direito nessa história... Em um dos relatos de parto que li, a mulher comentou que enquanto ela estava fazendo os exercícios e se esforçando ao máximo para o bebê sair, outras mulheres ao lado dela estavam deitadas gritando de dor. Essa atitude de ficar deitada esperando o neném nascer é muito comum.Eu sei que parir não é nada fácil e dói para caramba! O problema não está em sentir dor e sim em não saber como reagir a ela. Nós, mulheres, não fomos preparadas para o parto. Ninguém diz para gente o que se deve fazer nessas horas. Vamos às cegas. Alguns médicos se aproveitam disso para ganhar dinheiro com uma cesárea, entre outras coisas ruins que já vimos acontecer. É por causa dessas coisas horríveis que podem acontecer durante o parto que eu acho tão necessário ter uma preparação durante a gravidez. Saber o que comer, quais exercícios fazer, quais atitudes devem ser tomadas durante o parto, quais os riscos, etc.  Principalmente para mães de primeira viagem como eu que ficam morrendo de medo da hora H. Acho que todas as mulheres tem direito de ter um parto tranquilo assim como nos relatos que eu vejo pela internet! E como eu quero contribuir para que as grávidas de BH tenham informação e não precisem sofrer tanto no parto, preparei uma lista de sites com informações sobre os cursos para gestantes. Confira:

  • Curso Casal Grávido - Maternidade Santa Fé: eles oferecem curso durante o ano inteiro. O curso dura cerca de 3h a 4h somente. É gratuito e você ainda ganha vários brindes. É só ficar atenta ao site: http://www.maternidadesantafe.com.br/index.php/cursos-para-gestantes
  • Curso para gestantes - Araújo: é um ciclo de palestrantes durante o dia todo. Normalmente, o destaque desse curso é para a amamentação. Depois de assistir as palestras você pode circular pelos estandes e conhecer vários produtos para a mãe e o bebê, além de ganhar vários brindes. Curso gratuito e com programação durante o ano inteiro. É só ficar atenta ao site:http://blog.araujo.com.br/2013/01/curso-para-gestantes-3/  
  • Curso de preparo para o parto- Instituto Nascer: Ainda não fiz esse curso, mas pretendo fazer em breve. Esse instituto tem o objetivo de preparar as mulheres para terem um parto humanizado, conta com curso teórico e prático. A duração do curso é maior e ele é pago. Para saber mais, entre no site: http://institutonascer.com.br/cursos/curso-de-preparo-para-o-parto
  •  Palestras gratuitas do espaço Ishtar Bh: vocês já devem ter visto que eu sigo o blog, né. O espaço Ishtar funciona no Brasil inteiro e tem o objetivo de ajudar as mulheres durante a gestação, o parto e nos primeiros meses de vida do bebê. É um espaço em que você compartilha informações, aprende com a experiência de outras mães e de doulas. Vale a pena também entrar no grupo parto ativo.Eles fazem palestras gratuitas na primeira quarta-feira e no terceiro sábado de cada mês. Em breve, vou fazer uma post exclusivo sobre eles. Por enquanto, vocês podem acessar o blog: http://ishtarbh.blogspot.com.br/ 
  • Todas as maternidades de Belo Horizonte oferecem esse tipo de curso gratuitamente, é só procurar informação na maternidade mais próxima de sua casa.
  • Igrejas evangélicas como a Batista da Lagoinha, igrejas católicas e casas espíritas como a Fraternidade Irmão Glacus também oferecem cursos. Procure saber!
Espero que vocês aproveitem as dicas de curso! 

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Vencendo o primeiro trimestre

Olá, pessoas!

Os primeiros três meses se passaram:

Venci os enjoos!
Venci as dores de cabeça!
Venci o desconforto estomacal!
Venci o sono constante!
Venci as cólicas!


E que venha mais!!!! Até porque, dessa lista, acho que só os enjoos é que passam. O resto continua até o fim da gravidez! :(

Fora os sintomas desagradáveis, teve também muita coisa boa nesses três primeiros meses:
a expectativa e a alegria da confirmação da gravidez; a expectativa e curiosidade para saber o que vem pela frente; a alegria em começar a ver a barriga crescendo...
Meus sentidos melhoraram muito. Consigo sentir cheiro de longe e vários cheiros diferentes ao mesmo tempo. O engraçado disso é que, antes, por causa da renite, cheguei a ficar uns dois anos sem sentir odores. Antes da gravidez, meu olfato não era  cem por cento! 
Outro sentido que melhorou muito foi o paladar. Sinto o gosto da comida muito mais forte. Mesmo com o estômago ruim e a falta de vontade de comer em alguns momentos, sinto o gosto de cada alimento de modo bem aguçado. Quando a comida é gostosa isso é muito bom!!!

O mais estranho é sentir esse sentimento confuso  (que as pessoas chamam de amor materno) crescendo dentro de mim!!!

segunda-feira, 9 de dezembro de 2013

Sexismo

Olá!


Estava em uma loja de roupas outro dia e presenciei uma cena que para muitos é banal, mas para mim é muito sexista. Uma menina de uns 5 anos, viu um vestido com estampa da Cinderela. Aquele modelo princesa disney. A menina se encantou com o vestido e pediu a mãe que comprasse. A mãe não quis comprar o vestido da Cinderela para a menina porque ele era azul. Preferiu comprar o da Anastásia porque era Rosa.
Não basta ser vestido de princesa, tem que ser rosa!

Não sou do tipo feminista, mas eu acho que na época em que estamos vivendo, alguns hábitos tem que ser deixados de lado. Sou mesmo obrigada a decorar o quarto todo de rosa porque terei uma menina ou de azul porque terei um menino. Só existem essas cores no  mundo?
Minha filha tem que se vestir com a roupa das princesas Disney e meu filho com a roupa do Carros e do Ben 10?
A menina só pode brincar de bonecas e o menino de carrinho. O menino pode subir em árvore, correr, pular, jogar bola, videogame, etc. E a menina tem que se sentar comportadinha, só pode brincar de casinha e tem que ajudar a mamãe a limpar a casa?
Isso é limitar as escolhas da criança!
Meu sobrinho quando criança adorava as bonecas da irmã dele. Meu irmão ficou louco achando que teria um filho gay. Podou o menino. E hoje ele só brinca brincadeiras de menino. Eu não acho que ele ia se tornar homossexual por achar as bonecas bonitas. Assim como eu conheço muita menina que brincava de bola e não é lésbica. Uma coisa não tem nada a ver com a outra.

Quero dar opções para meu filh@, não quero limitá-lo!

Por isso, caso alguém queira dar algum presente para o bebê, não se limite ao clássico rosa ou azul, ok. As cores amarelo, verde, vermelho e branco também são muito bem-vindas!!!!




domingo, 8 de dezembro de 2013

A saga do nome

Olá, pessoas!

Nunca pensei que escolher o nome de um bebê fosse tão difícil!!! No meu caso, a escolha do nome está virando uma saga interminável. Na verdade eu ainda tenho 7 meses para decidir rsrsrs.

Desde criança eu sonhava com  o nome que daria aos meus filhos. E ao longo da vida pensei em vários.
Aos 13 anos, pensava em ter quatro filhos (louca!) e os nomes seriam: Carlos Eduardo, Daniel, Liliane e Maria Helena. O tempo passou e o único nome que perdurou dessa lista foi Helena. Tenho uma longa história com esse nome desde que descobri que meu nome era uma variação de Maria Helena.
Por falar no meu nome, vou aproveitar para explicar a origem dele. Quando estava grávida de mim, minha mãe assistia uma série chamada The Walters. É sobre uma família do Alabama, se não me engano. A série sempre terminava com as seguintes frases:
_Boa noite, Jhon Boy.
_Boa noite, Mary Hellen.

Ela adorava o nome e resolveu me batizar com ele. Meu pai aportuguesou o nome é claro. Meus pais achavam que se falava Meiriele e não Mary Hellen!
E não foi só o meu nome que foi baseado em programa de televisão.Aposto que em 2002 várias meninas foram batizadas com o nome de Jade por causa da novela O Clone. E tantos outros exemplos por aí! Nome de cantores, atores, apresentadores de tv, personagens de filmes, novelas, séries,livros jogador de futebol, etc sempre serviram de inspiração para batizar os filhos!
Eu fico pensando: qual o fator determinante para escolher o nome de uma criança? Basta achar o nome bonito ou ele tem que ter um significado especial? Tem que ser um nome de alguém importante? Um nome inventado? É complicado. Temos que pensar que nosso filho carregará esse nome a vida inteira. E será que ele vai gostar do nome dele? Será que as pessoas vão entender o nome dele? E se ele sofrer bullying por causa do nome?
 O nome Sofia, por exemplo, é muito bonito. Mas pode ter zuações do tipo "so fia da puta", "sofria", etc. As crianças tem uma criatividade maligna para debochar dos outros, temos que pensar nisso também!
E se eu colocar João. Ele pode ser preso confundido com um outro João. Imagina ter 5 meninos com o mesmo nome que ele na sala? Nome comum tem esse problema! E se for um nome inventado, ele terá que passar a vida inteira soletrando o nome para as pessoas entenderem!

Mas tudo é relativo! Tenho uma amiga que o nome dela é a junção dos nomes da ex-noiva do pai e do ex-namorado da mãe. O nome dela é estranho! Mas ela adora o nome!!!! A mãe dela disse para ela que o nome era especial e isso bastou. É isso, temos que tornar o nome especial para a criança. Eu mesma só passei a gostar do meu nome depois que descobri que era uma variação de Mary Hellen. O significado de Maria Helena (senhora da luz) foi o suficiente para que eu gostasse do meu nome.

Essas indagações estão me deixando perdida. De repente, nenhum nome faz sentido mais! Fico pensando que vou escolher o nome agora e depois vou enjoar do nome, mas já vai ser tarde demais!
E o marido não ajuda! Simplesmente não conseguimos entrar em consenso em relação ao nome. E quando finalmente achamos um que nós dois gostamos, aparece alguém que acha feito ou acontece algo que faz com que a gente desista do nome. E assim continuamos indecisos! Talvez, quando descobrirmos o sexo da criança seja mais fácil, né.
Alguém tem alguma sugestão?